terça-feira, 24 de abril de 2012

a campainha

Este é um gesto que parece totalmente insignificante. É preciso ter campainha. E dedo para tocar. Eu tenho dedo e campainha. Mas falta-me sempre quem me abra a porta. Hoje, dia raro, toquei à campainha e a porta abriu-se. A minha porta de casa.. No Ribatejo. 
Às vezes a felicidade chega-nos num gesto tão simples como este. Em que deixamos de estar sós.

1 comentário:

apenas umas letras disse...

Eu prefiro é bater ás portas, com as mãos, mesmo quando chego a um apartamento. se não ouvirem é que toco á campainha. tudo bem? beijos