segunda-feira, 14 de novembro de 2011

Salif Keita-Folon

Esta música ouvi-a num blog que visito diariamente e Amei-a.
Ofereço-a a todos porque o merecem.
Sintam-na e viajem nos domínios do sonho e da emoção.
N'ga sakidila blog A Minha Sanzala. sanzalando.blogspot.com

pitanguisses e suas consequências

foto tukayana.blogspot

Ela está sossegadita. Refestelada junto de mim. Como se não partisse um prato. Nem deitasse latas de tinta abaixo. Nem patinhasse a casa com patinhas brancas.
Na verdade, quando abro a porta de casa ao domingo à noite não penso em nada porque tudo pode ser possível, desde que esteja à mão, quer dizer, à pata da Pitanga. O que eu não imaginava desta vez é que esta gata bisbilhoteira fosse capaz de tombar uma lata de tinta branca que estava de resto e pelos vistos mal fechada, na despensa da casa.
Dei à chave e como sempre ela apareceu de imediato a espreguiçar-se e a afiar as unhas no tapete. Como a luz de fora se apaga rápido a primeira coisa que faço é acender a do hall. Eis senão quando olho em frente e só vejo patas de gata branquinhas pela tijoleira e pela corticite fora.
Ah pois é, D. Pitanga fez mais uma das dela e eu não sei se me zangue, não sei se ria.
A despensa é só tinta branca no chão. O meu hall e o corredor estão todos patinhados e amanhã é que vão ser elas, de joelhos no chão esfregando, esfregando o que uma gata pintou.
Homessa! Para o que eu estava guardada!

domingo, 13 de novembro de 2011

o domingo é especial!

foto tukayana.blogspot

Aos domingos de manhã, se estou no Olival, vou ao Pingo Doce. É só atravessar a ponte para Odivelas e Póvoa, andar um pouco, e num ápice já estou a gastar dinheiro.
Quando se tem alguém que não come carne tem que se pensar bem no que vai ser o almoço de domingo. Sim, porque este é sempre melhorado. Aprendi com o sô Santos. O domingo é especial!
Hoje é um luxo não comer carne, porque esta é mais barata que o peixe. E eu ando destreinada de cozinhar diariamente, ao almoço e ao jantar. Apenas no último mês me dei a esse trabalho e não foi uma maçada, mas antes uma alegria, pois cozinhar para a minha cria é sempre um grande prazer sobretudo porque oiço invariavelmente, depois da primeira garfada: Está óptimo.
E eu acredito. E fico grata porque o esforço não é em vão.
E depois ainda há a outra cria que me diz assim do pé para a mão: o teu bacalhau com natas...e no dia seguinte? beeem! foi o melhor bacalhau com natas que já comi ( falando do bacalhau feito no dia 10 ).
Mas voltando à minha ida às compras, cheguei à caixa do supermercado. Olhei a menina que me ia fazer a conta. A mesma da semana passada. Uma morena brasileira. Simpática e rápida. Daquelas que apressa o cliente a tirar as compras do cesto, chama-o para que não se distraia e seja atendido mais depressa e por aí adiante...
Fui colocando as minhas compras no tapete. Tintureira, pimentos verde e vermelho, coca-cola zero, batata doce, leite, maçãs, lulas, bolo-rei...
Tinha estado indecisa entre peixe no forno e caldeirada de peixe. O último venceu.
Ao poisar os pimentos assaltou-me uma dúvida. Será que era preciso pesá-los? E o peixe? E as lulas? E a batata doce?
Olhei a funcionária e não pude deixar de pensar que já era um pouco demais. É que domingo passado fui aos camarões para fazer feijoada de marisco e em plena caixa percebi que não os pesara. A menina simpaticamente foi dizendo que, ou esperava por uma colega e demoraria muito mais ou ia eu mesma dentro do supermercado pesá-los, e eu fui, enquanto ela foi fazendo a conta. Tudo numa boa que estamos cá é para confiar, nuns e noutros. Quando cheguei de novo, parecia eu que trazia um foguete num sítio que eu cá sei, perseguida que fui pelo segurança, pois que entrei na loja pelo lado de fora, de mercadoria na mão, e a criatura que está apenas programada para fazer parar quem sai por esse lado sem pagar, ao ver-me entrar, desprogramou-se, baralhou-se e aos berros, fez-me uma abordagem a dar para o escandaloso, dado o motivo. Expliquei-lhe direitinho que estava a entrar para pesar a mercadoria e não a sair com ela sem pagar. Entendidos ou quê? A que ele me respondeu: Mas não pode entrar assim.- Assim como? Com camarão na mão? Ó homem, o seu problema é se eu não o paguei? Ainda não, e...? E ele deu meia volta todo baralhadinho das idéias, apesar de novo e com ar de bom rapaz a dar um pouco para o jerico, mas pronto, cada um é p'ró que nasce, e largou-me da mão, porque lá p'ra ele deve ter pensado que ou morria ou ficava doido. Bem sei que não devia ter entrado pela entrada em causa mas...
Como estava a dizer assaltou-me a dúvida sobre pesagens, quando a vi, a ela, funcionária da caixa que fora tão simpática e excepcionalmente boa funcionária que ao chegar com o camarão pesado já tinha as minhas compras todas arrumadinhas no carrinho das compras que é o meu e num saco que comprara para os excessos.
- Boa tarde. Vai precisar de um saco?
- Um apenas.
- Para os frescos não é?
- Sim.
Olhou-me bem e depois disse:
- Ah, é a senhora da semana passada. Da pesagem. Estou a reconhecê-la.
- Pois sou. E ainda agora quando a vi pensei nos pimentos que não pesei. Como é que se lembra de mim?
E foi aí que o meu coração se derreteu.
- Como ia esquecer a senhora? Tão simpática...até foi lá dentro pesar e não deixou eu chamar uma menina da loja...lembro sim. E acompanhou este grande piropo de um sorriso de orelha a orelha que me enterneceu.
Afinal construí (?) a imagem de antipática a vida toda, pelo menos as pessoas ( quais pessoas não é?) era assim que me faziam crer que era, e de repente um menina balconista de um supermercado desconstroi tudo...
Desejou-me bom domingo com um sorriso maravilhoso que iluminou a minha manhã e me provocou gratidão para o resto do dia.
Afinal, nem sempre somos antipáticos, presunçosos, arrogantes e altivos.
Há quem nos olhe com os olhos tolerantes e nos ache simpáticos e isso muda algo em nós.
Como que um solzinho neste domingo trovejante e chuvoso de um Outono que tem pernas para andar. E que eu tenho de atravessar com alguma, muita coragem e sabedoria.

a caminho da fé








A ponte 17 de Setembro foi inaugurada há pouco tempo. Agora é possível chegar mais rapidamente e em segurança à Muxima e claro que não só.
Falo da Muxima, porque em 2009 passei aqui atravessando o rio numa ponte improvisada e isto parecia um fim de mundo perdido pelas matas de Angola. Picadas, mata alta, cactos gigantes, animais selvagens cruzando a terra vermelha e barrenta das picadas. Os contentores onde chineses viviam, pessoas essas, trabalhadoras da obra em curso à época, aqui e ali umas cubatas denunciando vida e pouco mais.
A minha viagem era a caminho da Muxima para " cumprirmos " mais uma daquelas peregrinações que qualquer angolano gosta de fazer. Ao altar mor da fé angolana.
À igreja de Nossa Senhora da Muxima, na localidade de Muxima, ali paredes meias com o rio Kuanza e com o paraíso...

para todos



sábado, 12 de novembro de 2011

a idade...



Ultimamente tenho pensado muito nisto - estou a envelhecer.
Sem dramas, tudo o que possa escrever é exagerado pois não me amedronta a idade. O que me gela e tira a respiração, faz o coração bater numa taquicardia maluca e incontrolável e me provoca afrontamentos, que nem tenho apesar da dita menopausa que chega a todas as mulheres e que nem dei por isso, graças ao universo, que tem sido um kamba daqueles, é afinal, fazer contas à vida e perceber que esta é mais curta para a frente do que já foi para trás. Aí é que ela impeça! É que eu gosto mesmo de viver. Adormecer e acordar todos os dias. Falar, sorrir, olhar, observar, ouvir e sentir.
Por exemplo, gosto de falar ao telefone. E neste momento não posso. E é aqui que percebo que estou a envelhecer. Não que não seja capaz de articular, não que não existe ninguém do outro lado da linha, não que não tenho dinheiro no telemóvel, nada disso. Não. Não posso recorrer ao telemóvel porque simplesmente me esqueci dele no meu kimbo lá do Ribatejo. E só no autocarro, já a ver o Tejo, mais coisa menos coisa que em Vila Franca é que apalpei a bolsa de dentro da carteira e nada. Acho que é a primeira vez que faço uma viagem em fim de semana sem telemóvel e isso para além de me deixar triste porque é um notório sinal de que já não vou para nova, deixou-me foribunda e impotente. Fiquei isolada do meu mundo. É que não sei números de cor, não tenho telefone fixo aqui no Olival, a agenda física ficou noutra mala e agora é que posso mesmo dizer que estou no mato sem cachorro.
Conheço pessoas que deixam de usar relógio. Outras deixam o facebook. Outras ainda, nem ligam a televisão. E vivem bem assim. Não conheço ninguém que não tenha telemóvel. Não me lembro de fica um fim de semana inteirinho, sem o dito. Incontactável.
Sinto-me uma ilha, selvagem, bem entendido.
A idade é uma puta. Rouba-nos tudo. Até a capacidade de decidirmos o melhor para nós num fim de semana.
Vou mesmo ter que fazer um apelo. Se alguém precisar de mim, ou é meu amigo do facebook e deixa mensagem ou tem de esperar que se faça o encontro entre o meu querido telemóvel e eu, o que será amanhã à noite. Antes disso, pois, com bastante pena minha, estou refém na minha própria casa.
Vamos a ver que vantagens posso tirar desta situação. Se puder, tiro, porque desperdiçar um fim de semana por causa dum telemóvel parece-me absurdo. Mas que parece que não sei viver, parece...

no serão de s. martinho

foto tukayana.blogspotO S. Martinho foi aqui, junto desta lareira. No Bom Amor. Torres Novas.
A convite de uma querida amiga e na companhia de mais 18 pessoas.
Hoje estou que nem posso. Abusar é ser muito comedida, por isso fico-me por aqui. Nem tenho palavras para adjectivar o meu estado. Apenas sei que vim de braçado com cidreira, lúcia lima e hortelã pimenta colhidas na noite breu do quintal da minha amiga.
Agora é só fazer chás de perlim-pim-pim, num, pim-pam-pum cada chá tem uma função e mesmo os três juntos não sei se resolvem a minha indisposição. Até rimei sem querer. Hoje que estou muito povão, diria que quem rima sem querer é amada sem saber. Vale mais, sim. no segredo bem guardado dos deuses. P'ra não incomodar. Porque assim que a gente sabe é só problemas a acrescentarem aos que a gente já tem e que não são poucos.
Voltando ao estado caótico em que me encontro que só me falta chamar pelo gregório, quem foi que me mandou meter-me com figos com nozes, amendoins, couves com feijões ( típico do Ribatejo ) castanhas, pudim de castanhas, rabanadas, depois de na véspera ter abusado de bacalhau com natas, mousse de manga, patés vários, queijo de Castelo Branco, bolo de chocolate, azeitonas e champanhe...?
Pois é! Nunca mais tenho emenda. Ando um pouco triste com esta falta de vontade para iniciar uma dieta rigorosa que me pode diminuir de volume e ajudar na saúde que anda pelas horas do diabo...
É que com isto tudo, reuno gente lá em casa e acabo a noite ( a do aniversário da cria ) a leiloar roupas que não me servem e que ficaram novíssimas, de um tempo não muito distante e que era um tempo mais leve uns 8 a 10 quilos.
Pode? Não pode, porque, como diria o povo, há uma, estou um bisonte, há outra, nos tempos que correm temos de poupar muito e assim não vou lá. A emborcar deste jeito vale mais sustentar um burro a pão de ló. Não há poupas que resistam. Digo eu...

outonando

foto tukayana.blogspot in torres novas

Florence + The Machine - Shake It Out

sexta-feira, 11 de novembro de 2011

no S. Martinho

Hoje é dia de S. Martinho.
No Ribatejo comemora-se à séria.
Na Golegã.
Vá à feira do cavalo que atinge o seu auge, esta noite.
Divirta-se.

quando eu voltar...

Quando eu voltar

Não quero salvas de palmas, tiros, foguetes...
Nem chapéus tirados em vénias,
Continências, bandeirinhas,
Tapetes vermelhos...

Quando eu voltar
Não quero a notícia espalhada nos sete ventos,
Ostentação, vaidades, frases de ocasião.
Caretas de boas-vindas, velas de promessas pagas,
Champanhe, festas de arromba....

Quando eu voltar
Quero o dia, num afago vagaroso
De colo de mãe
Quero rever na minha rua,
Décadas de estórias que lá vivi
E nas ondas baloiçantes do Mussulo
Embalar meus anseios de menina a crescer
Quero ouvir afilhados que não baptizei
Comê quiê madrinha?...
Os sobrinhos que não tenho, de irmãos inventados
Tiáaaaa, 'mbora leva manga...
Os filhos que não pari,
Dou mesmo p'ra esquebra, mãe...

Quando eu voltar
Quero inspirar o ar leve do amanhecer,
Sorrir no pregão da quitandeira
Aiuêee laranjê, é laranja minha senhoraaaaaa
E sentir o kandandu da minha gente
Quero a flor d' acácia lá do bairro, ver abrir
E nos meus silêncios florir
Quero o perfume de frangipani a me invadir
Na doce recordação,
Me embriagar de emoção
Quando eu voltar
Quero libertar-me do mundo
P'ra viver no presente
Do presente que recebo quando volto
Quero a certeza de que pertenço ao mundo
E o mundo me pertence dali até onde eu quiser
Quando eu voltar quero me ver nos olhos do povo
E ler amanhãs de paz e justiça
Quando eu voltar...vou finalmente ser feliz!


m.c.s. 11.11.11

comemoração

11.11.75 - 11.11.11
VIVA ANGOLA

hoje







quinta-feira, 10 de novembro de 2011

parabéns princesa


































Parabéns Princesa!
Adoro-te e adoro este dia em que fui mãe pela primeira vez.
Que tenhas este, e todos os dias que se seguem, muito felizes.

quarta-feira, 9 de novembro de 2011

Hoje lembrei-me de ti, para variar

Que posso dizer sobre esta belíssima música? Que gosto muito, muito dela.
Mentiria se não te dissesse que também por tua causa. Quem se esquece que um dia alguém achou, sem medo de se sentir ridículo ou piroso que esta era - A música de... e da Clara?
Poderia eu sentir-me também ridícula, uma vez que não sou uma menina, mas não. Tu fizeste-me acreditar que podia ser tratada como uma princesa, uma pessoa querida. E eu gostei. Gostei tanto, tanto disso e de ti que até acho que te amei...
Hoje estou triste. Muito triste. Nem sempre posso ou consigo ser alegre, despachada, optimista. Há coisas que acontecem na vida da gente que nos deixam um vazio profundo e entristecemos.
Sentei-me no sofá da sala. E pensei em ti. Gosto de pensar em ti.
Gosto de pensar no menino que se encantou com a lembrança do carro da tifa, que lembrava o pai dizendo que o peixo galo ia gordo, que achava que cacussos só se deviam comer no Panguila, que comia doce de tomate enquanto via jogar à bola, os miúdos lá do bairro, que gostava de tocar trompete, que teve uma mota Jaguar e por muito tempo sonhou com ela, que gosta de pintar, que deixou de usar relógio depois de deixar de trabalhar, que apesar de ter nascido em Angola, a sua paixão era Moçambique, que amou uma vez na vida e jurou nunca mais voltar a amar, que me pediu que nunca deixasse de ser como sou, que queria ser livre, que gostava de pescar no alto mar nos mares do sul e observar o vôo dos albatrozes através dos binóculos, que...
Que me cativou e encantou e me faz ouvir a música que era sua e minha e hoje dizer, à semelhança do que um dia me disse, que, - gostei tanto tanto de ti que acho que te amei...
Em nome desse sentimento estranho que passou por nós e nos fez termos uma energia qualquer, que foi preciosa para mim, 1.000.000 de beijos, como tu gostavas de dizer.

terça-feira, 8 de novembro de 2011

James Blake - Limit To Your Love

fim de tarde


Saí do hipermercado. Chovia. Bastante. Deitando por terra o desejo de descer o viaduto a pé, direita a casa. Atravessei o parque de estacionamento, para a paragem do TUT. Apenas uma mulher aguardava.
Os passageiros dos transportes urbanos costumam ser velhos, a cheirarem a mofo e a nafetalina, mulheres viúvas e pouco mais. Cumprimentei a rapariga que esperava e ocupava o banco com os seus sacos do Modelo. Apressou-se a retirar os sacos.
- Quer sentar-se?
- Não, não, disse poisando os meus. Deixe ficar. Vou esperar em pé. E sorri-lhe.
Depois perguntei-lhe se esperava o TUT e se o autocarro parava perto do Ciclo Preparatório. Dali a instantes estávamos a conversar.
Quer dizer, ela falava e eu ouvia. E assim fiquei a saber que fôra minha vizinha, do último bloco, que o marido fôra a Angola, que o sogro vive em Luanda, que torres novas é demasiado pequena para ela, que não tem filhos, por opção, que está desempregada, que não tem carta de condução, que tem 38 anos, que vive na Silvã, que tem um familiar que foi para Angola e arranjou uma catorzinha mas que vem a portugal e finge que tem o casamento perfeito, que veio de Lisboa pequena e que não se identifica com esta terra. Que acha estas pessoas invejosas. Tudo isto sem que eu perguntasse coisa alguma.
Foi muita informação para quem como eu, hoje, tem uma dôr de cabeça do caraças, dores no corpo e na garganta e o que mais queria ali enquanto esperava o autocarro, era chegar a casa para se pôr a jeito de a qualquer momento mergulhar no vale dos lençóis.
Acabei por achar simpática a abordagem da minha parceira de viagem. Afinal, há pessoas com vidas curiosas. Há pessoas que pensam como eu apesar de aqui viverem. Isso fez-me sentir menos culpada.
Não soube o nome da mulher de 38 anos, bonita, morena de longos cabelos pretos, educada, delicada, ar sereno e simpático que me ajudou a passar o tempo enquanto esperava o autocarro e que permitiu que nem me apercebesse da viagem.
Há fins de tarde assim, apesar de chuvosos e frios, melancólicos e invernosos, se encontramos alguém que como nós, vive sozinha e se faz transportar nos transportes públicos e gosta ou precisa de falar. A quem damos alguma atenção. Sem qualquer intenção...

segunda-feira, 7 de novembro de 2011

ainda Chaves III

Miguel, pai do Nuno e irmão da Sofia. Filhos e neto da minha prima Leonor.

ainda em Chaves II

Da esquerda para a direita: Miguel, Nuno, Beta, Sofia e Pedro. São os meus primos de Chaves. Apenas o Nuno vive na cidade, os outros dividem-se por S. João da Madeira e Lisboa.
Em noite de diversão...
Sair com eles foi divertido e compensador.

ainda em Chaves

foto tukayana.blogspotOs meus primos, Bibi, a mãe, e Rodrigo, o filho. Em Chaves.