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domingo, 27 de fevereiro de 2011

ainda não foi hoje

Aqui comemoram-se os Descobrimentos.
Não me sento. Não sonho. Não te espero. O lugar tem histórias mais antigas que a nossa.
Olho à volta. Não te encontro.
Penso em ti. Simulo um gesto.
Se parar e permanecer terei alguma resposta?
Descobrir o que nos une e comemorar, provoca em mim a doce tentação de sentar e esperar por ti.
O sol vai alto e em breve se pôe para lá do rio, no azul mais forte e longe.
Se de lá chegasse um aceno, um gaivota, uma brisa cálida e delicada, um murmúrio, um sinal ténue mas legível, eu não hesitava.
Sentava e esperava por ti nesta eternidade da vida que quero longa.
Ainda não foi hoje...

quarta-feira, 2 de fevereiro de 2011

Hoje só queria ter sentado neste banco de pedra. E poder ficar aqui quieta, silenciosa, olhando o rio, sonhando mares. Mas não sentei. Porque não pude.
Um dia ainda vou ter um banco de pedra como este, para mim e vou cansar de estar sentada, de estar calada e de olhar uma coisa querendo outra. Um dia, ainda...