sexta-feira, 16 de setembro de 2011
quinta-feira, 15 de setembro de 2011
parabéns julieta
Hoje a minha amiga Julieta Tonet faz 56 anos.
Liguei-lhe para lhe dar os parabéns. Não o fiz de madrugada como ela já mo fez.
Apareceu a voz gravada em francês. Bonjour...
Pois é, minha amiga. Nunca estás. Nunca atendes à primeira. Não falo contigo há séculos.
O que vale é não nos esquecemos. Sabemo-nos presentes, é quanto basta.
Um dia destes passo-me, compro uma passagem num voo low cost e vou passar o fim de semana contigo. Um daqueles assim a dar para o prolongado. Esperarei por ti no aeroporto, porque tu...bem, és a eterna atrasada. Mais do que eu. Não mudas. Depois dir-te-ei, bonjour e entraremos num weekend diferente, recordando o passado, sonhando futuros e gargalhando presentes.
Hoje dou-te os parabéns minha kamba. Em português.
Feliz aniversário.
Liguei-lhe para lhe dar os parabéns. Não o fiz de madrugada como ela já mo fez.
Apareceu a voz gravada em francês. Bonjour...
Pois é, minha amiga. Nunca estás. Nunca atendes à primeira. Não falo contigo há séculos.
O que vale é não nos esquecemos. Sabemo-nos presentes, é quanto basta.
Um dia destes passo-me, compro uma passagem num voo low cost e vou passar o fim de semana contigo. Um daqueles assim a dar para o prolongado. Esperarei por ti no aeroporto, porque tu...bem, és a eterna atrasada. Mais do que eu. Não mudas. Depois dir-te-ei, bonjour e entraremos num weekend diferente, recordando o passado, sonhando futuros e gargalhando presentes.
Hoje dou-te os parabéns minha kamba. Em português.
Feliz aniversário.
ele há famílias!...

Um dia destes, alguém me contava um episódio que vivera. Divertidamente...
Que fôra ao casamento do irmão ( de parte de pai ). E que de repente estava a cumprimentar a mãe do irmão que nem conhecia.
E o pai de ambos, dela e do noivo, estava lá também, com a nova namorada. E também se cumprimentaram. Na boa.
Mas para além disso, o tio, irmão do pai, estava acompanhado da presente mulher. Na cerimónia, estavam ainda, a ex-mulher e a filha de ambos, prima da pessoa que me contava a história. Prima essa que tinha no casamento, a mãe, o pai e actual mulher do pai, para além de ter a ex-mulher do tio, a namorada actual do mesmo e a filha deste que não era filha da mãe do noivo e seu primo nem da actual namorada do tio.
Parece complicado não é?
Foi divertido para quem contou a história e também para mim que a ouvi.
A páginas tantas a pessoa dizia-me:
- Clara ali só havia constrangimentos. O que me envolvia pessoalmente, era o mal menor.
Também me foi dito que tudo correu bem.
Há gente muito civilizada.
Poderão dizer que o mundo está perdido. Não está. O mundo está diferente. E se é possível um casamento juntar todas estas pessoas e darem a volta aos constrangimentos, óptimo. Afinal, as famílias tradicionais já quase não existem.
E se formos a ver bem, todas estas pessoas estão ligadas entre si e aos outros. São por isso família. E eu defendo que os laços desfeitos, nunca se desfazem.
Os ex são sempre família quer se queira quer não.
Que fôra ao casamento do irmão ( de parte de pai ). E que de repente estava a cumprimentar a mãe do irmão que nem conhecia.
E o pai de ambos, dela e do noivo, estava lá também, com a nova namorada. E também se cumprimentaram. Na boa.
Mas para além disso, o tio, irmão do pai, estava acompanhado da presente mulher. Na cerimónia, estavam ainda, a ex-mulher e a filha de ambos, prima da pessoa que me contava a história. Prima essa que tinha no casamento, a mãe, o pai e actual mulher do pai, para além de ter a ex-mulher do tio, a namorada actual do mesmo e a filha deste que não era filha da mãe do noivo e seu primo nem da actual namorada do tio.
Parece complicado não é?
Foi divertido para quem contou a história e também para mim que a ouvi.
A páginas tantas a pessoa dizia-me:
- Clara ali só havia constrangimentos. O que me envolvia pessoalmente, era o mal menor.
Também me foi dito que tudo correu bem.
Há gente muito civilizada.
Poderão dizer que o mundo está perdido. Não está. O mundo está diferente. E se é possível um casamento juntar todas estas pessoas e darem a volta aos constrangimentos, óptimo. Afinal, as famílias tradicionais já quase não existem.
E se formos a ver bem, todas estas pessoas estão ligadas entre si e aos outros. São por isso família. E eu defendo que os laços desfeitos, nunca se desfazem.
Os ex são sempre família quer se queira quer não.
quarta-feira, 14 de setembro de 2011
Metronomy - The Look
Esta cidade...esta cidade...esta cidade é o meu amigo mais antigo...esta cidade...esta cidade... esta cidade...
maboques
foto tukayana.blogspot
Quem tem uma kamba como a minha tem tudo, quem não tem uma kamba dessas pode ter muita coisa mas não tem maboques.
Não é mano Zé? Tu que adoras maboques...eu também.
Parece que me estou a ver no recreio do almoço, antes de entrarmos para a aula, no colégio, a caminho das árvores junto à ourivesaria Sousa, para comprarmos maboques. E eu comprava. Iguais a estes. Muito quentes do sol. Capazes de fermentarem na minha barriga, mas eu não me importava mesmo nada. Fora dos olhares censuráveis e das palavras contrariando a minha vontade de os comer, da dona celeste, eu atirava com eles contra o cimento do chão e comia-os mesmo ali.
Maboque é uma fruta que tem a quarta classe, andou no Colégio Nossa Senhora de Fátima e foi meu companheiro de carteira.
Não é mano Zé? Tu que adoras maboques...eu também.
Parece que me estou a ver no recreio do almoço, antes de entrarmos para a aula, no colégio, a caminho das árvores junto à ourivesaria Sousa, para comprarmos maboques. E eu comprava. Iguais a estes. Muito quentes do sol. Capazes de fermentarem na minha barriga, mas eu não me importava mesmo nada. Fora dos olhares censuráveis e das palavras contrariando a minha vontade de os comer, da dona celeste, eu atirava com eles contra o cimento do chão e comia-os mesmo ali.
Maboque é uma fruta que tem a quarta classe, andou no Colégio Nossa Senhora de Fátima e foi meu companheiro de carteira.
Pela causa
foto tukayana.blogspot
Por causa da Palanca Negra, um grupo reuniu-se para almoçar no Mulemba, domingo passado. A autoria do logotipo é do Lito. Quem pintou o saco à mão, foi a Idalina. Comprámos rifas e foi então o saco sorteado. Com a falta de sorte que eu tenho para estas coisas, claro que não me saiu saco nenhum. Duas das pessoas que almoçaram junto de mim, acaso lhes saisse ofereciam-me o saco. E não saiu...
A Idalina vai pintar um saco igualzinho, para me dar.
O feliz contemplado ofereceu o dito à Casa de Angola. Nas minhas mãos estaria bem. Mas na Casa de Angola também.
Foi um almoço divertido. Moamba e calulu não faltaram. Mousse de maracujá também não.
A Idalina vai pintar um saco igualzinho, para me dar.
O feliz contemplado ofereceu o dito à Casa de Angola. Nas minhas mãos estaria bem. Mas na Casa de Angola também.
Foi um almoço divertido. Moamba e calulu não faltaram. Mousse de maracujá também não.
regresso às rotinas
O sr. margarido regressou. Eu regressei.
E os miúdos também regressaram às aulas.
O Júlio, a Belita, a Rosa e outras continuam no seu vai e vem diário.
Um grupo de criaturas que não conhecia mas já fui informada que começaram há uns dias, ao todo quatro, parece que estão a fazer uma formação qualquer, algures, tomam assento na parte de trás do autocarro, atrapalhando a rotina dos putos que gostam de ir ao fundo. Hoje receberam-nas mal. Mandaram bocas e eu francamente diverti-me com a insolência da cachopada. Foi o primeiro dia de aulas a sério e só se depararam com esta nova situação hoje. Já eu, ontem dei-me com esta nova gente e confesso que não bastava já regressar, quanto mais levar com 4 pessoinhas que pelos vistos não estão habituadas a andar de autocarro ( diz que se queixaram que balança muito, isto foi uma fofoca da Rosa ), veem animais num quintal a caminho de Alcanena e ficam extasiadas com um porco que é malhado e parece uma vaca ( ? ), olham o mercado da terça-feira e dizem que " hoje é dia dos lelos. Vendem t-shirts agora para amanhã comprarem Bmws, audis e mercedes ( olha só a dor de cotovelo, dos feirantes ), e diz uma que os tomates do marido da mãe são muito bons, provocando a gargalhada nas outras 3, acrescentando muito senhora da sua piada que eram grandes e doces ( a sério que são, logo tenho de lá ir ao quintal apanhá-los ), uma, que andou pela primeira vez no TUT no início do verão e aquilo é um horror, caro e demorado. Outra andou à procura do cinto de segurança e não o encontrando comentou que está tão pouco habituada a andar de autocarro ( ai que horror ) que andava à procura do cinto que é a 1ª coisa que faz quando entra no seu carro ( afinal é uma ignorante porque bastava andar no expresso da sexta-feira às 18,30 para Lisboa, para que o motorista, lhe ordenasse ao micro que colocasse o cinto de segurança.
Um pano encharcado nas trombas ainda era pouco...
E pensar que vou continuar a fazer esta viagem diariamente...
Não há dúvidas, nas férias, envelheci.
E os miúdos também regressaram às aulas.
O Júlio, a Belita, a Rosa e outras continuam no seu vai e vem diário.
Um grupo de criaturas que não conhecia mas já fui informada que começaram há uns dias, ao todo quatro, parece que estão a fazer uma formação qualquer, algures, tomam assento na parte de trás do autocarro, atrapalhando a rotina dos putos que gostam de ir ao fundo. Hoje receberam-nas mal. Mandaram bocas e eu francamente diverti-me com a insolência da cachopada. Foi o primeiro dia de aulas a sério e só se depararam com esta nova situação hoje. Já eu, ontem dei-me com esta nova gente e confesso que não bastava já regressar, quanto mais levar com 4 pessoinhas que pelos vistos não estão habituadas a andar de autocarro ( diz que se queixaram que balança muito, isto foi uma fofoca da Rosa ), veem animais num quintal a caminho de Alcanena e ficam extasiadas com um porco que é malhado e parece uma vaca ( ? ), olham o mercado da terça-feira e dizem que " hoje é dia dos lelos. Vendem t-shirts agora para amanhã comprarem Bmws, audis e mercedes ( olha só a dor de cotovelo, dos feirantes ), e diz uma que os tomates do marido da mãe são muito bons, provocando a gargalhada nas outras 3, acrescentando muito senhora da sua piada que eram grandes e doces ( a sério que são, logo tenho de lá ir ao quintal apanhá-los ), uma, que andou pela primeira vez no TUT no início do verão e aquilo é um horror, caro e demorado. Outra andou à procura do cinto de segurança e não o encontrando comentou que está tão pouco habituada a andar de autocarro ( ai que horror ) que andava à procura do cinto que é a 1ª coisa que faz quando entra no seu carro ( afinal é uma ignorante porque bastava andar no expresso da sexta-feira às 18,30 para Lisboa, para que o motorista, lhe ordenasse ao micro que colocasse o cinto de segurança.
Um pano encharcado nas trombas ainda era pouco...
E pensar que vou continuar a fazer esta viagem diariamente...
Não há dúvidas, nas férias, envelheci.
terça-feira, 13 de setembro de 2011
viajando no tempo
Há 36 anos, neste dia 13 de Setembro, a minha família e eu pegámos na trouxa e curvando-nos sob o peso duma mala de cartão, deixámos a Gouveia, em Trás-os-Montes para onde tinhamos ido no início de Agosto, chegados de Angola. E assentámos arraiais em Torres Novas. Era sábado.Há 3 anos neste dia, cheguei a Lisboa, vinda de Luanda, onde tinha ido, passados 33 anos.
Sem dúvida que esta data se transformou numa data que simboliza viagens marcantes na minha vida. Direi mais, viagens que me mudaram a existência.
Eu não digo que há estranhas coicidências na minha vida? E como não acredito em coincidências, o que será isto? Alguém me sabe dizer?
a mais Bela

Fala português, a menina
Em Benguela ela nasceu
Leila, o nome da garina
O título de mais bela, venceu
Angola se orgulha, sorridente
Desta filha tão bonita
E o angolano hoje sente
O que já sentiu pela Riquita
A sua terra Ganhou
Na tradição da beleza
O mundo ela encantou
O título foi a certeza
Parabéns dama formosa
Filha do meu país
Porcelana, real rosa
Que me fizeste tão feliz.
m.c.s. 11.09.13
Em Benguela ela nasceu
Leila, o nome da garina
O título de mais bela, venceu
Angola se orgulha, sorridente
Desta filha tão bonita
E o angolano hoje sente
O que já sentiu pela Riquita
A sua terra Ganhou
Na tradição da beleza
O mundo ela encantou
O título foi a certeza
Parabéns dama formosa
Filha do meu país
Porcelana, real rosa
Que me fizeste tão feliz.
m.c.s. 11.09.13
pensativamente concluindo II
constrangimento
No domingo passado, ali no Olival Basto ( em casa ), fui almoçar com um grupo de angolanos e não só, ao Mulemba X'Angola. À minha frente três pessoas agradáveis. Duas, conhecia de outro almoço ( homens ) e a terceira é uma menina de Angola, que afinal nasceu no concelho de Torres Novas. E eu que sempre digo, que isto é uma ervilha e é mesmo, acabamos fazendo amizade por via disso e não por via de Angola que fora o motivo que nos levara àquele almoço. É curioso o destino. A vida tem destas coisas.
Bem, mas o que venho aqui contar é algo constrangedor. Para mim, claro. Volta e meia, lá calha. Mas aguentei-me à bronca e com cara de tacho, que a vida por vezes, já é tão constrangedora que o melhor é perdoarmo-nos das gafes que cometemos, já que perdoamos as dos outros...
A página tantas, uma das criaturas, homem de cabelos e barba ( para a banga ) toda branca, que ainda anda pelos 50, penso que quase nos 60, aparece, depois de ter desaparecido da mesa da refeição, com uma menina de apenas 5, 6 anos, ao colo. A criança estava envergonhada de tanta gente desconhecida olhando para ela e agarrava-se ao seu pescoço.
Então, perguntei ao meu amigo angolano, mais propriamente de Malange: É tua neta?
- Neta? Não, filha.
Ia-me caindo tudo ao chão. Nunca tal me sucedera.
Percebo agora o que acontece às pessoas que me perguntam pelo marido, ainda hoje.
Ri-me, desmentindo o velho pai. Ainda por cima...
Ele continuava a afirmar ser o pai da menina e afinal a mãe, uma jovem, puxara duma cadeira e sentara-se ao lado do pai da sua criancinha. Ainda bem que não me ocorreu continuar o questionário pois o que me apetecia ( grande estupidez, mas foi o que pensei ) era perguntar se a jovem senhora é que era a filha.
Confesso que era o que parecia. Pai, filha e neta.
Não costumo ser assim inconveniente. Não estou habituada a estas situações.
O raio do preconceito a funcionar, eu que me digo com poucos preconceitos.
O que valeu é que o falso avô deve estar habituado, pois ralou-se pouco com o que parecia mas não era, mais com a minha pergunta inconveniente.
Este foi o episódio de domingo que me deixou bem constrangida apesar de ter disfarçado como pude.
Mas também... ele parece mais velho que o avô Carvalho quando eu tinha a idade da menina, sua filha, e este, teve dois filhos que hoje são já pais de filhos adolescentes mas que têm uma diferença de mim, sobrinha deles, de mais de 10 anos para menos.
Bem, mas o que venho aqui contar é algo constrangedor. Para mim, claro. Volta e meia, lá calha. Mas aguentei-me à bronca e com cara de tacho, que a vida por vezes, já é tão constrangedora que o melhor é perdoarmo-nos das gafes que cometemos, já que perdoamos as dos outros...
A página tantas, uma das criaturas, homem de cabelos e barba ( para a banga ) toda branca, que ainda anda pelos 50, penso que quase nos 60, aparece, depois de ter desaparecido da mesa da refeição, com uma menina de apenas 5, 6 anos, ao colo. A criança estava envergonhada de tanta gente desconhecida olhando para ela e agarrava-se ao seu pescoço.
Então, perguntei ao meu amigo angolano, mais propriamente de Malange: É tua neta?
- Neta? Não, filha.
Ia-me caindo tudo ao chão. Nunca tal me sucedera.
Percebo agora o que acontece às pessoas que me perguntam pelo marido, ainda hoje.
Ri-me, desmentindo o velho pai. Ainda por cima...
Ele continuava a afirmar ser o pai da menina e afinal a mãe, uma jovem, puxara duma cadeira e sentara-se ao lado do pai da sua criancinha. Ainda bem que não me ocorreu continuar o questionário pois o que me apetecia ( grande estupidez, mas foi o que pensei ) era perguntar se a jovem senhora é que era a filha.
Confesso que era o que parecia. Pai, filha e neta.
Não costumo ser assim inconveniente. Não estou habituada a estas situações.
O raio do preconceito a funcionar, eu que me digo com poucos preconceitos.
O que valeu é que o falso avô deve estar habituado, pois ralou-se pouco com o que parecia mas não era, mais com a minha pergunta inconveniente.
Este foi o episódio de domingo que me deixou bem constrangida apesar de ter disfarçado como pude.
Mas também... ele parece mais velho que o avô Carvalho quando eu tinha a idade da menina, sua filha, e este, teve dois filhos que hoje são já pais de filhos adolescentes mas que têm uma diferença de mim, sobrinha deles, de mais de 10 anos para menos.
pensativamente concluindo
Ir de férias é depôr armas.
Vir de férias é ir à luta que a morte é certa.
Estou farta de lutar.
Nem que queira, a minha arma é um canhangulo, desactivado.
Preciso urgentemente de me reformar.
Vir de férias é ir à luta que a morte é certa.
Estou farta de lutar.
Nem que queira, a minha arma é um canhangulo, desactivado.
Preciso urgentemente de me reformar.
segunda-feira, 12 de setembro de 2011
desabafo
Tenho uma dor de cabeça maior que eu.
Tenho sono e falta de paciência.
Voltar à vidinha custa para xuxu.
Hoje não é o meu dia...
Ninguém me disse que estar de férias é estar no paraíso e eu nunca o sei, mas desconfio, quando começo a labuta e olho para trás.
Tenho sono e falta de paciência.
Voltar à vidinha custa para xuxu.
Hoje não é o meu dia...
Ninguém me disse que estar de férias é estar no paraíso e eu nunca o sei, mas desconfio, quando começo a labuta e olho para trás.
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