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domingo, 19 de agosto de 2012
domingo, 24 de abril de 2011
domingo igual a tantos outros
O Domingo de Páscoa é como outro domingo qualquer de Abril. Pode fazer sol ou chuva. Mais ou menos calor. Pode ser mais ou menos calórico. Mais ou menos caseiro. Mais ou menos divertido. Interessante. Solitário. Religioso. Cultural. Este domingo de Páscoa foi melhor que alguns do passado e pior que outros. Há ausências e perdas. Atitudes e falta delas. Disposições, necessidades e disponibilidades. Tempo... O meu domingo passou. Algo diferente de outros. Não regressei ao tarrafal. Não cozinhei nem fiquei em casa. Não estive numa grande mesa de família. Nem tive todas as pessoas que queria ter ao pé de mim. Não comi amêndoas e folar. Nem bolos económicos, de trás-os-montes. Não vesti uma roupa nova, nem fui à missa. Não fiz mais do que dois telefonemas e nem mandei mensagens. Afinal, foi um domingo como tantos outros. Respirado. Almocei acompanhada. Bem. Comi calulu, bebi sumo de múcua, mousse de manga e maçãs da índia que me ofereceram, acabadas de chegar de luanda. Fui chamada de jovem, o que não acontece noutros domingos. Fui ao teatro. Ao Teatro Aberto, na Praça de Espanha. Ver " O Álbum de Família ". Gostei muito. Sobretudo do desempenho de Jorge Corrula que apenas conhecia das novelas. Fui ao supermercado do centro comercial, ( que estava aberto ), do Campo Pequeno, na Praça de Touros. Comprei bolo do Caco, Brisa de maracujá ( artigos tradicionais da Madeira ), sumo da cajú e bolo de chocolate e gengibre. Petit gateau d'chocolate & gengibre. E fiz um festão. Acabei a dar colo à Pitanga e a fazer contas de cabeça ao passado e ao futuro, mergulhada que estive no presente. Afinal, o domingo de Páscoa é um domingo como qualquer outro. Está na nossa cabeça, vivê-lo. E no coração senti-lo. terça-feira, 8 de março de 2011
segunda-feira, 1 de novembro de 2010
o dia do bolinho
Hoje comemora-se o Dia de Todos-os-Santos. Dia em que todos os Santos devem ser lembrados. Que o povo chama, Dia do Bolinho. O dia das Broas dos Santos.No Ribatejo, é costume as crianças irem de porta em porta pedir o bolinho ou o pão por Deus. Recebem broas, rebuçados, chocolates, romãs, dinheiro. E tudo o que as pessoas quiserem dar.
A tradição já não é o que era e nas cidades quase não existe essa prática, mas nas aldeias, as mães ainda preparam os sacos de pano aos seus filhos e eles fazem o peditório pelas casas de membros da família e amigos dos pais.
Também no dia de hoje a visita aos cemitérios é uma tradição, para se limparem e enfeitarem de flores as campas dos que já partiram.
quinta-feira, 28 de outubro de 2010
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