Descartados, fora de questão, dizê-los. Fazê-los. Senti-los. Naturalmente...
Dei comigo reflectindo. Enquanto espero que o sol reflicta a sua luz neste meu dia frio e chuvoso de outono.
Calar não significa cinismo, cobardia ou indiferença. Falta de transparência. E tudo dizer não significa sinceridade, coragem e transparência.
Naturalmente...
Fazendo a filtragem e chegada a este tempo de vida que tenho, e à minha condição pouco me importa o que pensem, o que saibam ou o que digam de mim.
Este foi um lugar que conquistei sem medalhas de mérito de batalhas ganhas. Fui vivendo, foi acontecendo, naturalmente. Mas cheguei aqui, a este lugar de tranquilidade e desvalorização do que pode incomodar. E é aqui que quero permanecer.
É a conquista obtida no tempo que a vida, experimentando-nos, graciando-nos ou subtraindo-nos, nos dá.
E é uma coisa tão boa e tão livre, que nesta tarde chuvosa e fria de dezembro, me apetece brindar a mim e aos meus 56 anos de existência umas vezes bela outras sombria, que me deixa reflectir sobre o desprendimento das coisas banais e menores.
A natureza e o universo são extraordinários. Fazem milagres. Naturalmente...
5 comentários:
bonito escrito.
bom fim de semana, Clarita.
beijo grande. :)
Obrigada Maria.
P´ra ti também.
kandandu
Beijos, muitos. Todos, David.:)
Gostei do texto. É bom ter liberdade e sentirmo-nos livres. beijos e um abraço
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