sábado, 10 de dezembro de 2011

parabéns Lurdes

Parabéns Lurdes. Minha cunhada, companheira do mano Zé há 30 anos feitos ontem, de papel passado nos conformes. Mãe dos meus sobrinhos. Mulher que conheço há tantos anos que já lhes perdi a conta. Parabéns pelo teu aniversário. Pelo que és, minha cunhada preferida. ;)
Um dia feliz reinando de rainha. E longos anos de vida sempre desse jeito. Ultrapassando.
Ah, e afinal o que é que é o jantar?
Té logo família.

sexta-feira, 9 de dezembro de 2011

Boss AC - Sexta Feira (Emprego Bom Já) videoletra

oferta tailandesa

foto tukayana.blogspot

lisboa

foto tukayana.blogspot

anoitecer

foto tukayana.blogspot

amanhecer

foto tukayana.blogspot

como é mesmo o nome dele?

Acordei cedíssimo. Não de insónia. Porque me deitei cedo. E o organismo (?) habituou-se a 6 horas de sono, mais coisa menos coisa. Não tenho paciência para fazer ronha na cama.
A minha relação com a dona pitanga de madrugada não é das melhores. Ela espia os meus movimentos e numa posse escandalosa, apodera-se da minha manhã como se fosse a estrela da companhia. Habituei-a mal. De pequenino é que se torce o pepino, mas ela é mais um osso duro de roer que não se deixa torcer. Como tudo o que me rodeia, aliás. Não sei que voltas dou mas bato sempre a portas difíceis. Eu sou difícil. Serei? Dizem que sim. Que melhorei com a vida. Não sei se foi bom. Não vejo benefícios nenhuns nisso.
Como estava dizendo, dona pitanga assim que me apanha de olhos abertos é o que se queira. E quer azucrinar-me o juízo pondo-me a mais de mil. É rapar com a patinha para se meter debaixo da roupa da cama, é querer sair de lá porque deve abafar, é fazer salto ao eixo sendo que o eixo sou eu. É enrolar-se mesmo ao pé da minha cara com o focinho apoiado no meu braço esquerdo que está já em posição de prevenção, não vá o diabo tecê-las e arranhar-me a cara, os olhos, eu sei lá. Prevenir vale mais que remediar. Como não sou pessoa de dormir neste desassossego, uma vez acordada, para sempre acordada.
E depois é uma roda-viva até às 8 horas, sim porque posso acordar a meio da noite e não mais dormir, ou então às sete e meia que vai dar no mesmo. Gira gira e às oito é que estou a sair. Que nem um foguete. Hoje não foi diferente.
Na garagem procurei o autocarro. O nevoeiro impedia-me de ver quem estava dentro. Os vidros embaciados e um motorista de cabelos todos brancos fez-me duvidar. Mas sim. O patrão da lancha, que não é senão o encarregado da garagem, que anda sempre inchado que nem um perú furioso, viu-me atarantada e perguntou: Diga lá senhora, procura que camioneta?
- A do sr. margarido.
- É esta.
Olhei e vi as catatuas no primeiro banco. Estava na minha camioneta. O sr. margarido é que não. Nas férias faz outro percurso. Não sei se os miúdos estão de férias pois que o autocarro ia cheio deles. Até a Andreia do chapéu de chuva e o irmão lá iam. Sentados no meu lugar. Fiquei rodeada pelos putos reguilas dos fosca-ses. Não ouvi uma única vez um palavrão. Iam entretidos com histórias dum puto da escola. Contando uns aos outros as avarias desse puto. E rindo das habilidades do dito. A páginas tantas um disse:
- Meu. Mas ele é um triste.
-Yá. Nunca ri.
- Mas canta.
- Um dia destes o meu primo disse-me que andava lá no conservatório um puto autista, que era da minha escola. Vi logo que era ele.
- No conservatório meu?
- Yá.
O autocarro parou em frente à escola. Foram saindo.
- Como é mesmo o nome dele?
- Rafael.
Sairam.
Mudei-me para o meu lugar. Fiquei a pensar na conversa dos putos.
O Rafael não é um triste, não. Fê-los rir à gargalhada com as histórias que se fazem à volta dele. Das quais é protagonista diariamente. É um puto diferente. Com comportamentos divertidos e sem filtros.
Num instante estava a entrar em Alcanena. O nevoeiro intenso impediu-me de ver a paisagem. O trânsito pela estrada secundária foi muito maior. Quem vai de Torres Novas para Alcanena foge ao pagamento na A23. Enfrentei mais um dia de trabalho. Numa repartição a meio gás. Muita gente de férias.
Um dia sem história. Não fosse uma senhora de nome Clara lá ir e no mesmo lugar estarmos assim três mulheres de nome Clara. Ela, eu e uma colega minha. Curioso foi que a utente disse ter uma filha que nasceu a 10 de Novembro. Giro isto. As tais coincidências da vida...
O fim de semana está aí e eu estou aqui para ficar. No Ribatejo.

parabéns Paulo

Porque hoje é o teu dia, porque te dou sempre os parabéns. Porque és o meu cunhado preferido. Porque és muito especial. Porque és um herói. Porque te adoro. Porque sim, aqui estou, meu querido.
Muitos parabéns. Uma vida longa. Progressos e sucessos na tua saúde. Alegrias.
E um sorriso sempre.
Um abraço de um tamanho sem tamanho.

luz

foto tukayana.blogspotÉ p'ra ti esta imagem de luz.
Tive tantas saudades tuas, meu príncipe!
Tenho tantas saudades...

recolhendo imagem de luz

foto tukayana.blogspot Em Lisboa pode não ser natal ( não há ruas enfeitadas ) mas no centro comercial já é. A praça principal do Colombo já tem a simpática e gigantesca árvore de natal do costume.
É proibido tirar fotografias, mas eu nunca disse que não transgrido. Sim, sim. E sem remorsos nem fingimentos. Há transgressões que não me pesam culpas e tirar fotos no Colombo é uma delas.

quinta-feira, 8 de dezembro de 2011

que dia!!!

foto tukayana.blogspotLisboa pela manhã. Um frio de rachar. Vestida até às orelhas. Cachecol de lã. O frio entrando nos ouvidos. O nariz pingando. A confidência - Falta aqui um gorro, um chapéu, uma boina. Qualquer coisa. Tanta coisa dessa lá em casa e a gente aqui tão desconsoladinha. O dia mais frio deste outono.
Estrangeiros, daqui do lado, nuestros hermanos disparando para o cais das colunas, para o marquês de pombal, para os eléctricos, para o nevoeiro cerrado. Para mais tarde recordarem.
Rua Augusta. Entrada no outlet que tem 3 semanas de existência. O mau feitio da empregada morena e alta, dura pelo menos há uma semana. O multibanco não está activo e é preciso uma corridinha ao multibanco mais próximo.
Na pastelaria da esquina, uma empada de galinha. A rua Augusta parece uma manhã de sábado. Antes do almoço, pouca gente, a enganar quem por lá anda. Como que a acenar afirmativamente à pergunta: Isto está mesmo mau?
Subindo o Chiado, uma visita ao Bazaar, da Ana Pipoca. Depois à Blanco que tem coisas giras. Promoções. Na compra da 2ª unidade, 50% de desconto. Aliciante. Há quem caia. Eu sou uma delas. Quem vai comigo, também. Que nem umas patinhas. Ou não. Também somos filhos de Deus.
Subimos à Estrela. Rua Saraiva de Carvalho. À porta, o 3º elemento, esperando por nós. Gosto muito deste grupo que formamos de vez em quando. Falta o 4º elemento. A esse pensamento, de repente uma nuvem cinzenta. Há uma coisa que se chama saudade e que é todos os dias. Não há dia sim dia não.
A sala estava tão cheia como nunca a vira antes. A velha e já gasta observação:
E estamos em crise! Contra nós falamos que também lá fomos. Sushi é um vício e hoje triplicado.
Terceira fase - Ida ao Colombo. Tem de ser. Não há volta a dar. Tratamos o espaço por tu. Cada loja, de cor. Tudo no mesmo espaço. Contado o tempo, convertido em fins de semana, percebemos que estamos quase lá. Nas festas. E já decidimos que pelo menos este ano há presentes. E vamo-nos a eles. Não são só os outros.
Da parte da tarde Lisboa parece outra. Frenética. Apressada. Lotada. Endinheirada. Louca. Numa demência de que não nos excluímos.
Os pés começaram a doer. As costas também. A cada compra uma espera. Numa loja, porque não dizê-lo? Na springfield sentei-me. Sabia que não era um banco mas sentei-me. Já não aguentava mais. Dali por 5 minutos a empregada. A senhora desculpe mas é proibido sentar-se aí. Levantei-me e fui para fora, para um banco. Nem me apeteceu mandá-la dar uma volta ao bilhar grande. Com tanta gente na loja e a criatura preocupada com o meu poiso...ok. Cumpriu aquilo para que está programada. Daqui por 3, ou 6 meses outra estará no seu lugar aplicando aquilo que lhe ensinam que o cliente não pode fazer. Já a loja estará às moscas porque é daquelas que nem é muito cara nem muito acessível.
Eram 5 da tarde e eu já imprópria para consumo.
Ainda andei nisto até às oito. Hora de regresso a Torres Novas.
Estou que nem posso com uma gata pelo rabo. O que me valeu quando cheguei foi a Pitanga esperando à porta, para aliviar o meu stress criando outro. Roupa no hall. Gavetas abertas. Latas de comida deitadas abaixo. Um alvoroço.
Para dia da justiça, muito injusto este dia de compras.
Nem uma coisinha para mim. Muito me apeteceu mas contive-me. E afinal, fiz bem. Nem sempre nem nunca.

rio abaixo

foto tukayana.blogspotVou ali e volto já.
Um bom dia de feriado. Hoje é dia de Nossa Senhora da Conceição e também dia da Justiça.

quarta-feira, 7 de dezembro de 2011

vertigem

Tenho acordado vertiginosamente mortal.
Eu que sonho adormecer tonta de ti eternamente...

alguma vez tem de ser

Ontem fiquei cheia de vontade de conhecer São Petersburgo!

terça-feira, 6 de dezembro de 2011

vejo uma luz ao fundo...no horizonte

foto tukayana.blogspot

segunda-feira, 5 de dezembro de 2011

outonando hoje

anoitecendo amanhecendo


fotos tukayana.blogspot

contemplação

foto tukayana.blogspot

domingo, 4 de dezembro de 2011

quando o sol se pôe

foto tukayana.blogspot

gaivotas em terra...

foto tukayana.blogspot

o mar...

foto tukayana.blogspotHoje fui ver o mar...
Já estava com saudades!