...se uma mulher se deita princesa ( de conto de fadas ) e acorda ao lado do seu amor, tratada como rainha,( da vida real ), não mais esquecerá, nem quererá abrir mão dessa condição.
m.c.s.
terça-feira, 5 de janeiro de 2016
confissão
Ser feliz é, ser cúmplice do tempo
Dizer sim ao momento
eternizar o abraço,
oferecer o beijo,
sorrir à ideia,
agarrar o caminho,
que te aproxima de mim
Ser feliz é, não negar o carinho
Não esconder-me em segredos
Não desfazer os laços
Dizer não aos medos
Acreditar-me (te) nos passos
Que me levam, a ti...
Ser feliz é, confessar
Neste ano, nesta hora,
neste princípio de dia
Agora...
A minha alegria
Da vida, transportar
o amor semear
para o poema crescer
E o sonho, renascer...
Ser feliz é recomeçar
Ser feliz é ( te ) amar...
m.c.s.
Dizer sim ao momento
eternizar o abraço,
oferecer o beijo,
sorrir à ideia,
agarrar o caminho,
que te aproxima de mim
Ser feliz é, não negar o carinho
Não esconder-me em segredos
Não desfazer os laços
Dizer não aos medos
Acreditar-me (te) nos passos
Que me levam, a ti...
Ser feliz é, confessar
Neste ano, nesta hora,
neste princípio de dia
Agora...
A minha alegria
Da vida, transportar
o amor semear
para o poema crescer
E o sonho, renascer...
Ser feliz é recomeçar
Ser feliz é ( te ) amar...
m.c.s.
perdidos e achados
Se pertencemos a um lugar, não custa voltar;
nem custa ficar.
O que custa é partir.
O que custa é fugir para outro lugar.
Digo eu, a pensar nas vezes que ando à deriva;
sem rumo nem roque. Comigo a reboque.
Desencontrada do tempo.
Sonâmbula aparente.
Apátrida no sentimento.
Emigrante de mim.
Alma errante, sem cura, doente.
E esteja onde estiver, em busca constante...
Ao encontro do meu chão.
Do meu céu.
Do meu mar.
Do meu eu...
Se pertencemos a um lugar, tudo lá se tem de seu.
Pode faltar o tino. Mas nunca o coração se perdeu.
m.c.s.
nem custa ficar.
O que custa é partir.
O que custa é fugir para outro lugar.
Digo eu, a pensar nas vezes que ando à deriva;
sem rumo nem roque. Comigo a reboque.
Desencontrada do tempo.
Sonâmbula aparente.
Apátrida no sentimento.
Emigrante de mim.
Alma errante, sem cura, doente.
E esteja onde estiver, em busca constante...
Ao encontro do meu chão.
Do meu céu.
Do meu mar.
Do meu eu...
Se pertencemos a um lugar, tudo lá se tem de seu.
Pode faltar o tino. Mas nunca o coração se perdeu.
m.c.s.
digo eu...
AMOR VERDADEIRO - O pleonasmo supremo.
O menor erro também.
Porque nunca é demais, nem errado, repetir, sublinhar, enfatizar, o Amor.
m.c.s.
O menor erro também.
Porque nunca é demais, nem errado, repetir, sublinhar, enfatizar, o Amor.
m.c.s.
cavalos de fogo
Vejo-te chegando, tal qual o inverno.
Com a atitude. Desta estação.
Sentas-te. Ao meu lado.
Adivinhando os meus sonhos.
Entrando neles.
Fantasiando-os.
Não sei se os queres. Te fazem falta, ou, os vais segurar nas mãos livres, para livre ser eu, de os sonhar.
A mim, basta sentir na sombra que fazes, a luz, que me tornará menos só de ti.
Sonhando mulembas com raízes gigantes. Aéreas.
O meu baloiço. A dar balanço para voar. E continuar a sonhar cavalos de fogo...
E velhos do saco...
E sereias do bairro indígena. A kianda...
Um mundo de ti por descobrir...
O abraço que me há-de impedir de partir...
Hoje sonhei-te. E te senti perto, mais perto que alguma vez estiveste. E gostei. Desse p' ra sempre que durou um sonho meu, na madrugada.
Desta estação, onde te espero. E onde não sei fazer nada melhor do que te sonhar, ver-te chegar...
andiamo, nem que seja ao pé cochinho
Um troley. Dois sacos. Um computador. Uma estação. Chuva miúda. Um comboio. Jovens de regresso a Lisboa para recomeçarem os estudos. Domingo invernoso. Início do ano.
Um vesícula aos ais. Zangada. Escoicinhando. Sem delicadeza nem licença. Dores nas costas. Partida...
Uma viagem interminável. Gente dormindo. Na net. Auscultadores. Música. Oriente. Gente chegando. Gente partindo. A noite anunciada. A chuva continuada.
Metro. Linha vermelha. Linha amarela. Mudança. Senhor Roubado.
Um troley. Dois sacos. Um computador. A estação. Final. Duas horas e tal depois...
Taxis, nem vê-los. A rua deserta. Chuva. Mais da mesma. Chapéu de chuva. Dificuldade. Cansaço. Sem idade para estas tropelias. Sem energia. Na mente a minha alegre casinha. A minha querida gatinha. O meu querido sofá.
No coração, a saudade. E a memória destes quatro dias. Que já são passado.
Voltei. Ao lugar de sempre. À minha casa.
Deixei o lugar onde regresso quando preciso de um abraço. D' um espelho. D' um mimo. De alguém igual a mim. De horas de conversa que não tenho com mais ninguém. Sem qualquer espécie de filtro, defesa, protecção ou preconceito. E julgamento.
Foram uns dias diferentes. Bons. Para repetir sempre que a caçula me lá quiser. E o Paulo assinar por baixo.
Agora, andiamo - nem que seja ao pé coxinho - que o ano acabou de começar. E temos um jogo do Benfica para vermos todos juntos. No estádio da Luz. Um dia destes. E por aí adiante...
errante ser
Errante, tornou-me a vida.
E suas ( minhas ) escolhas.
De vez em quando acho-me.
E é a Natureza e o Amor que me emocionam.
Em momentos de verdade. E mediunidade.
Frente a frente com os meus eus, vislumbro caminhos que nunca me perderão de mim. Que me perderão em ti.
Errante ser, escolho ser.
Só para me perder na natureza desse amor e seguir o caminho p' ra te encontrar, todas as vezes que te perder...
m.c.s.
E suas ( minhas ) escolhas.
De vez em quando acho-me.
E é a Natureza e o Amor que me emocionam.
Em momentos de verdade. E mediunidade.
Frente a frente com os meus eus, vislumbro caminhos que nunca me perderão de mim. Que me perderão em ti.
Errante ser, escolho ser.
Só para me perder na natureza desse amor e seguir o caminho p' ra te encontrar, todas as vezes que te perder...
m.c.s.
terça-feira, 29 de dezembro de 2015
segunda-feira, 28 de dezembro de 2015
sábado, 19 de dezembro de 2015
quarta-feira, 16 de dezembro de 2015
terça-feira, 15 de dezembro de 2015
o amor
Feliz é aquele que encontra o Amor.
Aquele que, ao mesmo tempo, é chão e imensidão.
Aquele que lhe dá raízes para ficar e asas ao sonho, para voar.
m.c.s.
Aquele que, ao mesmo tempo, é chão e imensidão.
Aquele que lhe dá raízes para ficar e asas ao sonho, para voar.
m.c.s.
segunda-feira, 14 de dezembro de 2015
crédito/verdade
Quem me acredita, sabe-me de cor.
Quem de mim duvida, nem me conhece e tão pouco me adivinhará.
A menos que ponha suas mãos no fogo e me sinta.
Me ame.
A menos que me aconteça...
m.c.s.
Quem de mim duvida, nem me conhece e tão pouco me adivinhará.
A menos que ponha suas mãos no fogo e me sinta.
Me ame.
A menos que me aconteça...
m.c.s.
obrigada
Se não me povoasses os sonhos,
Não me sorrisses,
Não me assinalasses,
Não me versejasses os dias,
A vida não teria poesia,
e eu não saberia rimar
amizade com felicidade,
calor com amor
E paz com o que me dás.
m.c.s.
Não me sorrisses,
Não me assinalasses,
Não me versejasses os dias,
A vida não teria poesia,
e eu não saberia rimar
amizade com felicidade,
calor com amor
E paz com o que me dás.
m.c.s.
voando
Já fui ao céu e voltei...
Nas asas de um falcão
Sempre que a terra foi pequena
Para a minha emoção...
m.c.s.
Nas asas de um falcão
Sempre que a terra foi pequena
Para a minha emoção...
m.c.s.
sábado, 12 de dezembro de 2015
quinta-feira, 10 de dezembro de 2015
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